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segunda-feira, 12 de julho de 2010

Querid@s: Segue abaixo informações para colocar no blog da camisinha feminina/

Querid@s:
Segue abaixo informações para colocar no blog da camisinha feminina

Mara Moreira




A camisinha feminina é uma "bolsa" feita de um plástico macio, o poliuretano, que é um material mais fino que o látex do preservativo masculino. Essa bolsa recebe o líquido que o homem libera na relação sexual, impedindo o contato direto dos espermatozóides com o canal vaginal e com o colo do útero da mulher, evitando assim a transmissão de doenças sexualmente transmissíveis, a transmissão do HIV, e prevenindo a gravidez não planejada.

A bolsa tem 15 centímetros de comprimento e oito de diâmetro, sendo, portanto, bem mais larga que o preservativo masculino. Tem, porém, maior lubrificação. Na extremidade fechada existe um anel flexível e móvel que serve de guia para a colocação da camisinha no fundo da vagina. A borda do outro extremo termina em outro anel flexível, que vai cobrir a vulva (parte externa da vagina).

Passo a passo:

passo 1
Encontre uma posição confortável para você - pode ser em pé com um dos pés em cima de uma cadeira, sentada com os joelhos afastados, agachada ou deitada;

Segure a camisinha com o anel externo pendurado para baixo;
passo 2
Aperte o anel interno e introduza na vagina;

Com o dedo indicador, empurre a camisinha o mais fundo possível (a camisinha deve cobrir o colo do útero);


passo 3
O anel externo deve ficar uns 3 cm para fora da vagina - não estranhe, pois essa parte que fica para fora serve para aumentar a proteção (durante a penetração, pênis e vagina se alargam e então a camisinha se ajusta melhor);
passo 4
Até que você e o seu parceiro tenham segurança, guie o pênis dele com a sua mão para dentro da sua vagina.

Obs.: com o vaivém do pênis, é normal que a camisinha se movimente. Se você sentir que o anel externo está sendo puxado para dentro, segure-o ou coloque mais lubrificante.
  • Uma vez terminada a relação, retire a camisinha apertando o anel externo; torça a extremidade externa da bolsa para garantir a manutenção do esperma no interior da camisinha; puxe-a para fora delicadamente.
site:www.aids.gov.br
É uma bolsa de plástico fino, transparente, macio e resistente, com dois anéis, sendo um preso na borda e o outro móvel (que não deve ser removido) dentro da bolsa.

Camisinha Feminina

Quais as chances de que a camisinha feminina falhe?

A taxa de falha varia de 5 a 21%, ou seja, de cada 100 (cem) mulheres, que usam a camisinha feminina durante o período de 1 (um) ano, de 5 (cinco) a 21 (vinte e um) podem engravidar.

Como funciona?

A camisinha feminina impede o contato da vagina com o pênis nas relações sexuais genitais, impedindo assim que os espermatózoides entrem em contato com a vagina. Ela também impede a troca de secreções nas relações sexuais, genital (vagina pênis) e oral (vagina boca), prevenindo também as DST/HIV-Aids.

Como se usa?

Camisinha Feminina (2)

A camisinha feminina deve ser usada em todas as relações sexuais, antes de ter qualquer contato da vagina com o pênis ou a boca, mesmo durante a menstruação, e pode ser colocada até oito horas antes da relação sexual.

Camisinha Feminina (3)

Para abrir a camisinha feminina é super fácil, não precisa muito esforço, ela vem com uma setinha azul indicando um picote, para facilitar a abertura, ou seja, não precisa de unha, faca, tesoura, facão.

Camisinha Feminina (4)

Segurando com os dedos, o anel que fica dentro da camisinha feminina deve ficar em forma de “8”.
Em uma posição em que a mulher se sinta confortável, ela deve introduzir o anel.

Camisinha Feminina (5)

A mulher deve ajeitar a camisinha, introduzindo o dedo dentro dela, para verificar se ela não está torcida, o que pode dificultar a entrada do pênis.

Camisinha Feminina (6)

O anel de fora da camisinha deve cobrir então a entrada da vagina e a vulva (parte externa do genital da mulher). O homem poderá então introduzir o pênis na vagina, tomando cuidado para que este entre por dentro da camisinha.

Camisinha Feminina (7)

Após o homem ejacular, ele deve tirar o pênis de dentro da mulher e a camisinha feminina deve ser retirada imediatamente.

Camisinha Feminina (8)

Para retirar é só dar uma leve torcida na camisinha para evitar que o esperma vaze.Agora é só embrulhar em papel higiênico e jogar no lixo, pois jogar na privada pode entupir e na rua é falta de educação e higiene!!!

A camisinha feminina pode fazer mal para saúde?

Algumas pessoas podem apresentar alergia ao lubrificante, podendo causar coceira e/ou vermelhidão.

Quais os efeitos não anticonceptivos?

Ela oferece dupla proteção, prevenindo tanto as DST como uma gravidez não planejada.
Diminui a incidência de: complicações causadas pelas DST, como infecção no aparelho sexual, dor na parte baixa da barriga, possivelmente câncer de colo uterino e infertilidade nos homens e mulheres.

IMPORTANTÍSSIMO

Não existem condições médicas que restrinjam o uso da camisinha feminina. Entretanto, é fundamental conhecer a forma correta de usá-la; para isso, é importante procurar orientação em um serviço de saúde !


Jucimara Moreira

quinta-feira, 8 de julho de 2010

TJ obriga Idec a indenizar importadora de preservativos JORNAL CURITIBA 07/07/2010

TJ obriga Idec a indenizar importadora de preservativos

JORNAL CURITIBA

07/07/2010

O Tribunal de Justiça São Paulo condenou o Idec (Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor) a indenizar a empresa DKT do Brasil em R$ 39,8 mil. O motivo: a divulgação de um teste de CAMISINHA (o PRESERVATIVO masculino Prudence) feito pelo instituto que reprovou o produto importado da Malásia pela DKT.

O tribunal entendeu que os testes não seguiram as normas técnicas brasileiras. Por isso, ao divulgar o resultado, reprovando o produto, o Idec produziu, segundo a decisão da Justiça, informação inverídica e provocou danos à imagem da empresa e causando prejuízos em suas vendas.

Nesta segunda-feira (6), o Idec ingressou com recurso no Tribunal de Justiça alegando que o texto da decisão (acórdão) não era claro e pediu que a 3ª Câmara de Direito Privado esclarecesse suas dúvidas.

Em primeira instância, a 20ª Vara Cível de São Paulo julgou improcedente a ação indenizatória movida contra o instituto pela empresa DKT do Brasil. A empresa bateu às portas da Justiça com o argumento de ser vítima de danos materiais e morais após a publicação de teste de PRESERVATIVOS masculinos realizado pelo Idec em 17 de outubro de 1996.

A CAMISINHA Prudence é produzida pela Brasilela Medilatex, na Malásia, e importada pela DKT. O produto não passou nos testes que o Idec fez com apoio da Universidade de Brasília e do Instituto Nacional de Tecnologia.

De acordo com os testes, a marca Prudence não atendeu aos padrões de qualidade previstos. Segundo o Idec, um dos lotes, com 288 mil PRESERVATIVOS, foi reprovado no ensaio de vazamento e apresentou defeitos nos critérios, comprimento, largura, tração, estouro, rótulo e embalagem.

A DKT do Brasil argumenta que o lote submetido ao teste foi certificado pelo Instituto Falcão Bauer, que é credenciado pelo Inmetro para conceder o selo de qualidade. A empresa ainda alegou que o Idec não respeitou os critérios adotados pelos órgãos oficiais autorizados a promover esse tipo de avaliação.

Segundo a DKT, o Idec fez teste comparativo entre diversas marcas de camisinhas e deixou de usar corretamente o Regulamento Técnico de Qualidade nº 91/1995 e Norma Brasileira NBR 5426/1985.

O desembargador Jesus Lofrano, relator do recurso, disse que as normas determinam que as amostras devem ser retiradas de um único lote, de tamanho conhecido. Segundo ele, nos testes do Idec, as amostras foram colhidas por metodologia própria do instituto, com produtos de lotes diferentes e de tamanhos desconhecidos.

"Assim, as informações prestadas pelo Idec não correspondem à verdade no que tange à afirmação de que o produto da autora [DKT] fora reprovado em testes realizados segundo as normas nacionais, faltando com o dever de lealdade perante os consumidores", disse o desembargador Lofrano.

Para o desembargador e os demais integrantes da turma que julgou o recurso no Tribunal de Justiça, as informações inverídicas provocaram reflexos negativos na imagem da empresa, motivo que dava razão ao pagamento de indenização por danos morais e materiais.